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12/11/07 – MST sem lei.

Em 12 de novembro de 2007 às 8:55 | por Bruno Engert Rizzo | 349 leitura(s)
Brasil, Desgoverno, MST, Segurança Nacional

O Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra - MST talvez tenha nascido com um espírito de justiça. Hoje é uma organização criminosa cujas ações são planejadas e executadas ao arrepio da lei.

Os conflitos rurais vêm se agravando na medida em que o MST tem aumentado o número de invasões. Os alvos há muito não são somente latifúndios improdutivos.

Os alvos prioritários têm sido fazendas produtivas e as invasões são marcadas por saques, ameaças, violência e depredação. O movimento perdeu o foco e hoje conspira contra o Estado Brasileiro.

A leniência do governo e mesmo o apoio e financiamento do MST por parte do Estado, tornaram a atividade rentável e atraente, o que levou movimentos concorrentes, tais como a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura – CONTAG, Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar – FETRAF,  a se interessarem pelo negócio.

Com isso, criou-se uma disputa interna entre esses movimentos e associações que só vêm disseminando a violência no campo.

Os grupos disputam lotes das áreas desapropriadas, o comando dos assentamentos e obviamente verbas federais.

As disputas caracterizadas pela violência e corrupção têm afugentado assentados que abandonam os lotes recebidos.

O MST e outros movimentos cujos únicos objetivos deveriam ser defender a reforma agrária e apoiar os assentados dentro dos limites da lei,  passaram a trabalhar na contramão da razão de suas existências.

Percebe-se claramente que o único interesse real é abocanhar verbas federais e amealhar poder. Na realidade é difícil até identificar qualquer ideal nessa busca de poder e recursos que ninguém sabe muito bem a que se destinam.

É absurdo e imoral que o governo federal subvencione movimentos que atuam nos moldes de organizações criminosas e à margem da lei, roubando, matando, saqueando e extorquindo.

Igualmente imoral é o fato do governo fechar os olhos para tudo e de não existir repressão ou fiscalização. Fica a dúvida quanto ao real objetivo do governo quando abandona proprietários rurais a própria sorte. Será que deseja um conflito armado com fazendeiros entrincheirados em suas fazendas, repelindo invasões com uso da violência, conforme está escrito na lei?

Não há distinção entre uma quadrilha que invade uma fazenda, mata gado, saqueia e depreda, e um bando do MST que pratica exatamente os mesmo atos.

É hora de cortar subsídios dessas organizações e trata-las como o que são perante a lei. Uma organização criminosa com tendência a se transformar numa facção terrorista.

A simpatia de Lula pelo MST e o consequente apoio do governo a todos esses movimentos que optaram por agir ao arrepio da lei, tendem a transformar a questão agrária num problema de Segurança Nacional.

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