Navegação » Principal / 01/12/07 – Hugo Chavez – de déspota megalômano a bufão.

| Assinar RSS

01/12/07 – Hugo Chavez – de déspota megalômano a bufão.

Em 01 de dezembro de 2007 às 9:11 | por Bruno Engert Rizzo | 465 leitura(s)
Internacional, Opinião, Política

Hugo Chavez até então vinha se mostrando uma serpente perigosa a sair do ninho para perturbar o equilíbrio da América do Sul.

Desde que assumiu o governo e se reelegeu, tem dado a entender que é o herdeiro político de Fidel Castro e que pretende liderar a América do Sul numa revolução bolivariana. Nesse sentido vem inclusive financiando o Movimento dos Trabalhadores sem Terra para que construam e operem centros de treinamento do MST. O governo brasileiro tem fechado os olhos como se fosse aceitável que um indivíduo com idéias como às de Chavez financiasse justo um MST que declaradamente optou por conspirar contra o país a atua ao arrepio da lei.

A Venezuela não é um país rico, mas dispõe de petróleo, sendo o 5º exportador do mundo, o que temporariamente lhe traz recursos para financiar o delírio de Hugo Chavez.

Chavez tem gasto recursos para transformar a Venezuela numa potência militar na América do Sul, pondo em risco o equilíbrio que aqui existe e tem nos trazido paz.

Essa era a versão déspota megalômana que Lula insistia em apoiar e defender.

A Cúpula Ibero-Americana talvez tenha sido o marco da transformação, pois Chavez foi obrigado a engolir um “cala a boca” do Rei Juan Carlos da Espanha. Ato contínuo exigiu desculpas e ameaçou retalhar fiscalizando com rigor as empresas espanholas instaladas na Venezuela. Pura bazófia, pois se alguém tem poder de fazer ameaças são os espanhóis que investem na Venezuela.

Agora está tentando reformar a constituição de forma a se perpetuar no poder e às vésperas do referendo ameaça o mundo com bravatas que o tornam uma figura ridícula.

Num dos discursos de campanha pela alteração da constituição Chavez vociferou:
“Eu sou um soldado. Se tiver que pegar um fuzil de novo para defender a pátria, farei isso.“

Depois informou ter desmontado uma conspiração da qual participariam os EUA, redes de TV e a oligarquia venezuelana.

Seu serviço de inteligência também teria neutralizado planos para assassiná-lo durante o comício.
Com seu discurso revolucionário e desequilibrado Chavez tem espantado investidores e trazido inquietação.

Mas a melhor parte é a ameaça global na qual Chavez promete causar uma gigantesca crise cortando o fornecimento de petróleo para o EUA, ironicamente seu arqui-inimigo e maior comprador de petróleo. Estranha essa relação na qual Chavez em discursos para o povo vive amaldiçoando os EUA, mas nos bastidores mantém boas e necessárias relações comerciais.

Com toda certeza, suspender a venda de petróleo levaria a uma crise. Mas alguém precisa lembrar a Hugo Chavez que o petróleo representa 90% das exportações da Venezuela e é a maior fonte de recursos seguida pela arrecadação de impostos.

Se a Venezuela deixar de vender petróleo, sua fonte primária de recursos seca afetando também a arrecadação de tributos e o país que já enfrenta algumas dificuldades de abastecimento, vai à falência.
Nesse momento paira a dúvida se as fanfarronices não passam de ameaças vazias ou se o bufão dará um golpe caso o resultado do referendo seja contrário ao seu sonho megalômano de se perpetuar no poder e liderar uma revolução socialista (leia-se comunista) global.

Amanhã saberemos a resposta.

Compartilhe ou adicione aos favoritos:
  • Google Bookmarks
  • MySpace
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook


PéssimoNada especialVale a penaMuito bomExcelente (Não classificado ainda)
Loading ... Loading ...

Gostou do que leu? Não deixe de assinar nosso RSS feed!

Deixe um Comentário

Idiomas:

Italiano English Alemo Francs Espanhol