17/12/07 – Índio brasileiro. Essa história pode acabar mal.
Brasil, Opinião, Política, Índio
Em 15 de dezembro, sábado último, índios da etnia apinajé, em Tocantins, mataram a bordunadas quatro homens ligados à prefeitura de Cachoeirinha (TO), que foram à aldeia recuperar um trator da prefeitura, furtado pelos índios.
Um dos assassinados era o secretário municipal de Agricultura o outra de Finanças. Além deles foram assassinados dois prestadores de serviço que os acompanhavam.
O prefeito alega que já havia pedido providências à Fundação Nacional do Índio – Funai e à Polícia Federal, mas que nada foi feito.
Os índios alegam que o prefeito não construiu uma estrada prometida nem instalou energia.
Ainda segundo os índios, os quatro funcionários estariam armados com revolveres e espingardas e teriam entrado na aldeia atirando.
Essa versão é no mínimo suspeita, para não dizer cômica.
Será que quatro pessoas deliberadamente se armam para sair numa missão de recuperação de um bem furtado deixariam se abater a bordunas sem reagir? Quatro armas, contra bordunas e nenhum índio ferido a bala? Praticamente impossível.
Além disso, os índios não entregaram as armas supostamente roubadas dos quatro funcionários à Polícia Federal, alegando que as esconderam no mato.
Mais provável é que os quatro tenham ido à aldeia desarmados e que tenham sido covardemente abatidos pelos índios.
A Polícia Federal não recuperou as armas e a Funai se limitou a defender os índios alegando que é proibido entrar na reserva sem autorização. Entretanto nada falou sobre o fato dos índios saírem da reserva para cometer furto ou outros crimes.
Toda história é surreal. O índio por um lado alega que precisa de imensos latifúndios para preservar sua cultura e seu modo de vida. Por outro lado exige estradas, energia elétrica e outros confortos da sociedade moderna.
Além disso, essa não é a primeira vez que índios roubam, matam e ficam impunes, com a Funai praticamente fazendo apologia ao crime.
O índio brasileiro foi transformado numa vítima da história e ganhou uma áurea de semi-deus da natureza. Tudo fantasia de falsos antropólogos, ONGs e da mídia mal formada e pessimamente mal informada.
O índio não deseja preservar suas tradições e seu modo de vida, não vive em harmonia com seu semelhante e não tem ética.
A leniência do governo e a política equivocada adotado para supostamente proteger o índio do homem branco, estão transformando o índio num cidadão acima da lei.
A continuidade dessa irresponsabilidade é o fomento de um banho de sangue.
Toda questão do índio precisa ser revista levando inclusive a uma alteração constitucional do Art. 231 que fere praticamente toda constituição. Parece um artigo alienígena plantado em nossa carta magna.
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