01/02/08 – Holocausto e censura.
Brasil, Geral, Opinião
O carro alegórico da Viradouro que levaria para a passarela uma cena que remete ao holocausto levantou uma questão interessante.
A Federação Israelita do Rio, consegui através de uma liminar concedida pela juÃza Juliana Kalichsztein, impedir que o carro seja exibido. O documento também proÃbe o desfile de qualquer componente da escola com fantasias que caracterizem Hitler.
O fato da juÃza ter um sobrenome de ascendência judaica torna essa liminar suspeita de ser um ato carente de imparcialidade.
Mas essa é uma questão secundária diante de uma aberração que, cada vez mais, ganha corpo.
Os judeus querem se apropriar de uma um fato histórico, transformando-o num dogma sagrado que só pode ser abordado sob a permissão e a ótica dos judeus.
Temas como Hitler, nazismo, holocausto e genocÃdio são quase monopólio judeu. Aqueles que fazem piadas, charges, caricaturas ou mesmo historiadores revisionistas, arriscam arcar com processos que vêm com o rótulo de apologia ao nazismo e nada mais são do que uma censura das mais arbitrárias.
Em 1987 um escritor de nome S.E. Castan publicou em Porto Alegre um livro cujo tÃtulo era “Holocausto Judeu ou Alemão?
Castan é um revisonista que em sua obra defende várias teses que questionam fatos tidos como verdadeiros acerca do holocausto e mesmo da Alemanha Nazista. Ele contesta o número de vÃtimas do holocausto, levanta suspeitas sobre fotos e documentos tidos como verdadeiros e por fim mostra que quem sofreu um verdadeiro genocÃdio foi à população civil alemã em decorrência de bombardeios que não visavam alvos estratégicos e eram deliberadamente planejados para destruir cidades e a própria população.
Não se trata aqui de refutar ou aceitar as teses de Castan. A questão fundamental é se opor à censura.
Os livros de Castan tiveram a venda proibida e ele tem sido sistematicamente processado como se fosse um criminoso. Seu crime: discordar de uma história escrita segunda a ótica dos vencedores da guerra.
Fato semelhante ocorre com diversas publicações da Editora Renes sobre a Segunda Guerra Mundial que não têm absolutamente nada com apologia ao nazismo. São livros escritos por historiadores e consultores militares que retratam a história sem juÃzo de valores. Entretanto algumas publicações abordam temas como campanhas militares, batalhas, unidades de elite, armas, insÃgnias e assuntos militares ligados à Alemanha. Muitos desses livros foram proibidos sob o mesmo argumento, ou seja, apologia ao nazismo.
Agora a Escola de Samba Viradouro resolveu explorar o tema do holocausto no carnaval. Não se sabe exatamente em que contexto e não se trata aqui de avaliar o mau gosto da escolha.
A Viradouro poderia ter escolhido qualquer outro genocÃdio. O turco praticado com armênios no inÃcio do século passado, o do Khmer Vermelho no Camboja, dos tutsis em Ruanda,  do regime de Fidel, do regime soviético, do comunismo chines ou o expurgo de Stalin.
Mas o fato é que a Viradouro incorreu no erro de escolher uma parte da história que os judeus julgam ser propriedade privada e que está sob permanente censura.
Existe crime em escrever sobre fatos históricos? Existe crime em apresentar uma tese que conteste versões de fatos passados? Existe crime em escolher um tema histórico para abordar num desfile de escola de samba?
Não, desde que o assunto não envolva a questão semita, o holocausto, a Alemanha nazista ou Hitler.
A sentença no caso da Viradouro chega a ser ridÃcula, pois proÃbe a escola até de utilizar fantasias de Hitler.
Com o fim da era da inquisição até a existência de Deus pode ser contestada. Nos dias atuais, qualquer verdade, exceto a questão nazisata e o holocausto, podem ser contestados ou reavalidos.
Se a Viradouro viesse com o bloco dos demônios ou de Bin Laden e seus terroristas, não haveria restrição, mas o holocausto e a imagem de Hitler são propriedades dos judeus e só podem ser explorados no contexto por eles aprovado.
Na realidade estamos diante de uma abusiva censura de âmbito quase global, imposta por judeus que conseguem através de influência manipular a justiça e até criar leis que transformem tudo que queiram em anti-semitismo ou apologia ao nazismo.
A questão nazista envolvendo o anti-semitismo é a única verdade no mundo que demanda leis para se manter.
A inversão de valores é tamanha, que qualquer critica a judeus, ou questionamentos de fatos tidos como históricos que envolvam a questão semita na Alemanha, são taxados de nazismo e passÃveis de processos.
É imoral que o Brasil se curve a essa chantagem e faça prevalecer aqui uma censura descabida.
Também é um precedente perigoso, pois se este tema é censurável, outros também poderão ser. Corremos o risco de, num futuro próximo, criar temas que não podem ser discutidos ou questionados e logo depois versões "oficiais da história" que não podem ser criticados. Daà a uma ditadura será um passo pequeno.
A Viradouro foi infeliz na escolha pois o assunto não se presta a carnaval. Contudo, a censura que lhe foi imposta é inadmissÃvel.
Fica a sugestão a esta escola de samba que no próximo carnaval escolha como tema o genocÃdio que vem sendo promovido na Palestina por Israel. Por hora esse tema ainda ainda não está sob censura.
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27 de março de 2009 às 7:19
Acho que a questão da perseguição nazista a judeus ainda está muito viva para muitas pessoas e nesse sentido é um desrespeito aos mortos, sobreviventes e descendentes explorar o tema em enredo de escola de samba. Inoportuno, de mau gosto e desrespeitoso, seja lá em que contexto for. Nota zero para a Virdouro.
Contudo gostaria de parabenizar o autor pela coragem e lucidez com a qual abordou o assunto. Parabéns, seu blog está muito interessante.
25 de julho de 2010 Ã s 7:02
O texto foi muito bem feito, apesar de ser antigo. A questão desses judeus que querem se fazer de coitados é um absurdo. Vou dizer uma coisa de forma simples e tosta, mas aà vai: Quando o coitado quer se fazer de mais coitado ainda, é porque já não é tão coitado assim. Nós temos que ser contra os que negam o holocauso sim!! Mas não podemos nos esquecer que muitos alemães também morreram. Isso é conhecer a história como um todo, em vez de nos submetermos à visão dos ganhadores da guerra apenas.
Sinceramente eu apóio a Viradouro, apesar de não ter gostado do tema, já que não combina com carnaval. Mas se já tinham escolhido, que pelo menos não voltassem atrás.
Também gostaria de parabenizar o autor pela brilhante forma de abordar o assunto. Abraço!!