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13/02/08 – Eleições nos EUA e alienação no Brasil.

Em 13 de fevereiro de 2008 às 7:42 | por Bruno Engert Rizzo | 323 leitura(s)
Atuação de parlamentares, Brasil, Desgoverno, Opinião, Política

Os jornais brasileiros descobriram as eleições nos Estados Unidos.

Parece até que no Brasil não temos assunto para compor pautas diárias e que o processo eleitoral americano na atual fase é tão decisivo para o futuro do Brasil

A eleição para presidente nos EUA é indireta, ou seja, o povo não elege o presidente e sim delegados que num arcaico e complicado processo eleitoral elegem o presidente.

A imprensa brasileira tem dedicado páginas e  páginas de jornais à disputa eleitoral nos EUA, como se o dia a dia das campanhas fosse algo muito importante e decisivo nesse momento.

A nós brasileiros, que em nada podemos influir naquele processo, pouco importa como a campanha está evoluindo. Desejamos apenas saber quem efetivamente venceu as eleições, como governará a nação mais poderosa do planeta e quais seus planos para o Brasil. Ainda assim, nossas ações são limitadas pois a diplomacia brasileira tem se mostrada subserviente.

As eleições municipais brasileiras estão mais próximas que as eleições presidenciais americanas. Por aqui pouco se escreveu sobre os candidatos. A grande maioria mereceria destaque desde já, pois tem um passado obscuro, incoerente e incompatível com qualquer cargo eletivo. Além disso, há por aqui um intrincado emaranhado de alianças espúrias que precisam ser desmascaradas e esclarecidas.

Estranhamente a mídia tem dado mais cobertura à sucessão nos EUA do que aos problemas brasileiros.

A imprensa e a televisão que são importantes formadores de opinião têm sido brandas e generosas com Lula, sua equipe e a cepa de políticos corruptos que sangram o país. Na ALERJ por exemplo, há criminos que estão deputados.

Por menos desmandos e corrupção do que esta que atualmente campeia livremente pelo país com o beneplácito ou participação do governo, o ex- presidente Collor sofreu um impeachment.

Naquela ocasião, não fossem a imprensa e a mídia nada teria acontecido.

É notório que imprensa e a mídia em geral são meios fortemente permeados pela doutrina de  esquerda. Isso nunca foi segredo.

Mas será essa influência tão nefasta que chegue a levar profissionais a se aviltarem?

Qual será a verdadeira razão da longínqua eleição nos EUA ter tanto destaque aqui e de Lula estar sendo poupado?

Utilizando o bordão do nosso presidente, “nunca na história desse país” se roubou tanto e tantos companheiros desonestos foram defendidos pelo próprio presidente da República.

Os escândalos que se sucedem e se sobrepõem com Matildes, Dirceus, Lulinhas e outras figuras alçadas ao poder pelo Presidente Lula, não têm fim.

Contudo, nada chegou a abalar o presidente que inexplicavelmente continua com uma popularidade alta e incompatível com seu governo.

A única explicação é que no fundo existe uma gigantesca campanha de desinformação que surte efeito estrondoso nas camadas mais pobres da população. Estas são subornadas com benefícios pseudo-sociais e por serem mantidas na mais obscura alienação, continuam apoiando o presidente e seu governo.

Será que existe outra explicação para tudo isso?

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