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08/03/08 – MST: Caso de polícia ou de Ministério Público Federal.

Em 08 de março de 2008 às 2:14 | por Bruno Engert Rizzo | 635 leitura(s)
Brasil, Desgoverno, MST, Opinião, Política, Segurança Pública

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST suas organizações afilhadas e dissidentes são organizações fora da lei que têm cometido crimes livremente sem que nenhuma autoridade tome providências.

O MST é o braço revolucionário do Partido dos Trabalhadores e o próprio presidente da República é simpático ao movimento. Essa é provavelmente uma das razões de tantos crimes passarem impunes e o movimento se expandir criando novas facções como o MSLT e outras.

O MST e todos os movimentos que nele se inspiraram e adotam seus métodos constituem uma ameaça à República, à democracia e a própria Nação.

Há décadas o MST vem promovendo invasões, saques, vandalismo, roubos e ameaças.

As autoridades, aqui compreendido o executivo e judiciário têm sido coniventes, como se ações criminosas fossem meros protestos inofensivos.

O Congresso Brasileiro, que nunca na história desse país sofreu atos de vandalismo teve seu batismo quando junho de 2006 foi invadido e depredado por uma violenta horda do Movimento de Libertação dos sem Terra – MSLT.

Os cerca de 700 manifestantes liderados por Bruno Maranhão, entraram na câmara promovendo quebra-quebra, agredindo pessoas e destruindo tudo que encontravam pelo caminho.

Bruno Maranhão é membro da executiva do Partido dos Trabalhadores – PT e antes de ser preso, afirmou que não se arrepende do que fez porque não se trata de um grupo de vândalos.

No entanto, a violência utilizada no protesto foi tão grande que deixou pelo menos 24 pessoas feridas e o coordenador de Apoio Logístico do Departamento de Polícia Legislativa (Depol), Normando Fernandes, acabou na UTI em estado grave com afundamento craniano e edema cerebral.

Bruno Maranhão está solto e circula nas altas rodas políticas, além de gozar da intimidade do presidente Lula.

Na quinta feira cerca de 150 mulheres ligadas ao MST juntamente com companheiros do Movimento e da Via Campesina saquearam, destruíram e incendiaram a sede do engenho Cachoeiro Dantas no município de Água Preta.

Ontem um grupo de aproximadamente 300 mulheres da Via Campesina depredou e ocupou uma unidade de pesquisa biotecnológica da Monsanto em Santa Cruz das Palmeiras, no interior de São Paulo.

As imagens veiculadas na TV são chocantes, pois mostram mulheres e crianças depredando instalações, cortando milho e tal qual bárbaros, destruindo tudo.

Esses movimentos ultrapassaram todos os limites e a conivência das autoridades é inadmissível e mesmo criminosa.

Não são mais movimentos sociais como se autodenominam. Já não estão reivindicando nada. São apenas hordas de criminosos travestidos de miseráveis que com o beneplácito do Estado promovem saques, roubos, destruição e pior, iniciam crianças e adolescentes no crime.

Toda a depredação é financiada com dinheiro público, pois o governo sustenta esses movimentos ditos sociais com verbas que têm diversas chancelas, mas no fundo custeiam o treinamento para o vandalismo e toda logística dessas organizações para o crime. Os desocupados que participam dos saques e dos atos de vandalismo precisam se alimentar, se deslocar e sobreviver.

As ações desses movimentos transgridem a Constituição Brasileira e estão tipificadas como crimes na Lei de Segurança Nacional (Lei 7170 de 14/12/83), no Código Penal (decreto-lei 2848 de 7/12/40) e no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8069 de 13/07/90).

Além disso, existe a responsabilidade civil pelos danos materiais. A conta dos prejuízos vai a casa dos milhões de reais, pois esses movimentos têm destruido bens materias e material de pesquisa caro.

Por último, mas não menos grave, vale lembrar o envolvimento do MST com as FARCs, uma organização de narco-guerrilheiros terroristas que representa uma ameaça para todos os países que integram a Amazônia.

No passado quando a esquerda brasileira lançou mão de atos criminosos para tentar implantar aqui um regime comunista, houve uma reação da qual a própria esquerda se queixa até hoje. Agora novamente estão atentando contra todo ordenamento jurídico do país para implantar aqui um regime, que pela democracia não conseguiram.

O ministro da Justiça, Tarso Genro em seus discursos trejeitoso tem apoiado o MST, quando na verdade já deveria ter entregue o assunto à Polícia Federal, pois o MST se tornou uma organização com estrutura e atuação de âmbito nacional e seus métodos ferem a lei.

As polícias estaduais estão acuadas e acovardadas desde provocado e tão conveniente incidente de Eldorado de Carjás.

O Ministérió Público tem sido neliênte.

A quem devemo-nos queixar? De quem devemos exigir que direitos legítimos sejam respeitados? De quem devemos cobrar interferência para que leis sejam cumpridas?

A quem devemos responsabilizar pela barbarie e pelos crimes que vêm sendo cometidas por esses movimentos em nome do clamor pela reforma agrária.

Grupos que agem como quadrilhas, terroristas ou bandos criminosos devem ser tratados como tal e não como movimentos sociais só porque assim se auto-denominam.

O assunto já deveria estar sendo tratado como Segurança Nacional.

Com a palavra as autoridades que se dizem defensoras da democracia e da República.

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