21/03/08 – João Pedro Stédile, MST e Lula.
Finalmente, depois de várias invasões, saques e outros crimes do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra - MST, a justiça se pronunciou.
O coordenador nacional João Pedro Stédile, foi notificado sobre decisão judicial que proíbe o movimento e seu coordenador nacional de “incitar e promover a prática de atos violentos” contra a Vale e de interromper suas atividades em todo país sob pena de multa de R$ 5 mil por ato violento ou interrupção.
Stédile desafiou a justiça e declarou “multa contra mim é idiotice”. Foi além, declaru que o MST não mudará sua conduta.
Há muito, o MST deixou de ser um movimento social que reivindica reforma agrária e passou a ser uma organização criminosa que atuam com o beneplácito do Estado.
O fato de Stédile desafiar a justiça como o fez agora mostra que estamos diante de uma grave ameaça à democracia e a República, com um movimento que pratica crimes e para o qual não existem limites de qualquer espécie.
Stédile mostrou que ele e o MST são um Estado paralelo que não se subordina ao Estado brasileiro e ao ordenamento jurídico vigente.
Stédile, por todos os crimes que coordenou e dos quais ativamente participou, já deveria estar preso com pena de 30 anos a cumprir.
Da mesma forma o MST e outros dirigentes já deveriam ter sido enquadrados e os criminosos, como tal deveriam estar sendo tratados.
Essa impunidade e conivência do governo para com atos criminosos formam o ambiente mais do que favorável para que o MST, que tem ligações com as FARCs, se torne uma ameaça no modelo terrorista.
A questão é que quanto mais a ilegalidade do MST é tolerada, tanto mais ele crescerá sem limites.
Lula, por ser simpático ao MST, tem financiado o movimento com recursos públicos e tem feito vista grossa para seus atos criminosos.
O governo não percebe que em algum momento será necessário impor limites. Aí a situação estará descontrolada e só o uso da violência resolverá.
Mas talvez seja exatamente esse o objetivo do MST e do próprio governo. Querem chorar os mortos e fabricar mártires.
O governo está confundindo simpatia política com política de Estado e atenta contra a democracia e contra a República.
Lula não pode ser ao mesmo tempo simpático a um bando de criminosos e chefe de Estado. Precisa se decidir. Ou bem assume a posição de chefe de Estado ou assume a posição de líder de bando criminoso.
As duas atividades são incompatíveis.
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