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20/04/08 – Navegando águas perigosas.

Em 20 de abril de 2008 às 7:43 | por Bruno Engert Rizzo | 231 leitura(s)
Brasil, Corrupção, Desgoverno, MST, Opinião, Política

O Brasil virou uma nau sem rumo que navega águas perigosas.

Estamos sendo conduzidos rumo a uma tormenta da qual o país e a sociedade não sairão sem danos e sérios prejuízos.

O Estado brasileiro foi ocupado e está sendo representado por pessoas sem moral ou despreparadas para o exercício do poder, incapazes de conduzir o país ao crescimento economicamente sustentável com uma sociedade harmônica.

Aqueles que deveriam se esforçar para criar uma sociedade próspera, justa, fraterna e equilibrada, resumiram políticas públicas a dividir o povo entre ricos exploradores e pobres injustiçados e explorados.

O presidente Lula está em permanente campanha eleitoral e continua fazendo tele-comícios e discursos nos quais tem atiçado pobres e desvalidos contra o resto da sociedade, como se o país fosse uma rinha de galos de briga.

Além disso, Lula e sua equipe têm tratado o Estado brasileiro como se lhes pertencesse. A administração pública virou uma ação entre amigos onde as regras são feitas de a cordo com as conveniencias do momento.

O fato de nomes de ministros e assessores estarem sempre enchendo às páginas policiais dos jornais, já nem constrange, pois a impunidade é certa. Pelo menos assim tem sido com os principais atores da ciranda da corrupção governamental.

O ministro da Justiça Tarso Genro atua como leão de chácara que coloca a obediência ao patrão acima da lei e utiliza a Polícia Federal como se fosse uma milícia particular que só atua para defender interesses partidários e pessoais.

Enquanto isso, movimentos como o MST, esses sim, verdadeiros bandos terroristas que atuam em âmbito nacional espalhando o terror, praticando crimes os mais variados e desacatando decisões judiciais, são elogiados e tratados com especial deferência, como se fossem grandes beneméritos e estivessem ajudando a construir uma sociedade saudável.

O ministro do Desenvolvimento Agrário Guilherme Cassel deixou claro que o governo não interferirá nas ações do MST. Ou seja, cada um que se defenda como puder.

O líder do MST João Pedro Stédile, apesar de ser um criminoso com uma extensa folha de crimes, está livre e tem status de autoridade com direito à aula magna em universidades públicas. Chega à ousadia de fazer em público um balanço das ações terroristas do MST no Abril Vermelho.

Em resumo, o país está um caos e o povo vive o estado de indigência.

Enquanto tínhamos a negação dos serviços essenciais como saúde, segurança e educação a situação era absurda e imoral.

Mas agora passamos do limite do imoral.

Com o salvo-conduto dado ao MST e outros grupos para praticar o terror livremente e diante de um Estado omisso e negligente, que faz apologia ao crime, em algum momento haverá uma ruptura social.

Poderá ser uma resposta de grupos isolados que levará o país a uma guerra civil, ou virá das Forças Armadas com amplo respaldo na Constituição Brasileira.

Seja como for, será um processo doloroso para toda sociedade.

A saída para evitar esse caos seria o presidente Lula sofrer o impedimento e ser afastado do governo juntamente com toda sua equipe.

Argumentos legais existem de sobra. Por muito menos o ex-presidente Collor sofreu o "impeachment".

Mas falta o fundamental engajamento dos meios de comunicação, principalmente dos formadores de opinião.

Exortamo-os a refletirem e a avaliarem que manchetes desejam escrever no futuro.

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