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07/05/08 – PT, índios, MST e o Khmer Vermelho.

Em 07 de maio de 2008 às 9:17 | por Bruno Engert Rizzo | 1.578 leitura(s)
Amazônia Brasileira, Brasil, Desgoverno, FARC, MST, Opinião, Política, Segurança Nacional, Índio

Ossário de vítimas do Khmer Vermelho
Ossário de vítimas do Khmer Vermelho

Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País, a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes...

....

Talvez essa frase soe estranha e desconhecida ao ministro da Justiça Tarso Genro e mesmo a Lula.

Trata-se do Artigo 5º da Constituição Brasileira de 1988, vigente no país.

A leitura diária de jornais e o noticiário televisivo cada vez mais reforçam a impressão que existem códigos de leis paralelos, aplicáveis conforme a conveniência das autoridades.

A Constituição Brasileira virou uma peça de ficção. O Estado não cumpre suas obrigações e transgride direitos do cidadão como se cada oportunidade permitisse criar leis feitas sob medida para legitimar a imoralidade e a injustiça ou servir aos propósitos ou caprichos imorais e mesquinhos das autoridades.

O Movimento dos Trabalhares Rurais sem Terra – MST diariamente desrespeita a Constituição, o Código Civil, zomba do Código Penal e desafia a justiça.

O presidente Lula e o próprio ministro da Justiça Tarso Genro fazem a apologia ao crime e tratam um bando de criminosos como um “movimento social”.

Agora veio a inversão máxima de valores e da transgressão do direito de propriedade e de auto-defesa do cidadão.

Um grupo de índios armados tentou invadir uma fazenda em Roraima e foi repelido com violência, conforme o autoriza a lei.

A polícia que deveria estar lá para salvaguardar o direito de propriedade, compareceu para prender não os invasores e agressores armados, mas sim aqueles que legitimamente se defenderam e defenderam a propriedade.

Com isso os invasores e agressores que eram um bando formado por cerca de 100 índios ligados ao Conselho Indigenista de Roraima, - CIR, se tornaram vítimas e os defensores estão sendo acusados de formação de quadrilha, tentativa de homicídio e outros crimes.

O Código Civil Brasileiro é claro e legitima o emprego de violência para repelir uma invasão.

Mas desde o momento que o MST escreveu sua própria lei, transformando invasores em libertadores e proprietários legítimos em pistoleiros, tudo mudou.

No caso da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol existe ainda outro aspecto importante a considerar. O decreto assinado por Lula em 2005 homologando de forma contínua a reserva, está sendo questionado no Supremo Tribunal.

Todo incidente está sendo administrado de forma irresponsável, omissa ou até criminosa por representantes do Estado. O governo está criando uma cisão nacional e fomentando o separatismo.

É um precedente perigoso, pois as autoridades a quem cabe defender a sociedade a constituição e a unidade da República, estão criando um confronto de classes, dando um salvo-conduto a bandos criminosos para atuarem ao arrepio da lei.

Do outro lado, existe uma sociedade acuada e praticamente refém. Mesmo que quisesse reagir, foi desarmada e agora está sendo abandonada pelo Estado.

O que índios e MST têm feito no país com o tácito consentimento e apoio do Estado pode ser o inicio de uma história semelhante àquela que o Khmer Vermelho escreveu com sangue no Camboja. Todos os ingredientes que lá existiram, estão presentes aqui com um suave tempero tropical.

O Khmer Vermelho foi o partido comunista do Camboja formado a partir de uma dissidência do Partido Comunista da Indochina. Seu líder mais sanguinário foi o genocida Pol Pot. Suas ações foram caracterizadas pela barbárie e inexistência de leis.

O saldo do regime foi a morte de mais de 1,7 milhão de cambojanos.

As semelhanças são muitas e a sociedade está subestimando tudo que vêm acontecendo no país.

A esquerda brasileira é uma só. Apesar das diversas siglas, todos os partidos estiveram presentes no Foro de São Paulo e são de inspiração marxista. Apesar do PT ter adotado um discurso mais brando, é apenas o lobo sob a pele do cordeiro para não espantar o rebanho.

Cada vez mais o governo tem tolerado e incentivado a barbárie do MST e agora está fazendo o mesmo com os índios. Além disso, já não é segredo que as FARCs têm estreitas ligações com a cúpula do PT e vêm treinando o MST. Em incidente recente descobriu-se que as FARCs também estão treinando os índios.

Tudo tem acontecido de forma escancarada e a sociedade assiste passiva à deterioração moral e à destruição do ordenamento jurídico do país.

A sociedade civil está acomodada e cometendo um erro em permitir que o país saia dos trilhos, para depois implorar às Forças Armadas que interfiram.

Uma eventual intervenção será extremamente dolorosa, pois restabelecer a ordem não pode ser feito com discursos. Serão medidas duras que têm danos colaterais.

Aqueles que hoje apoiam a esquerda estão apoiando o MST e as FARCs sem ter noção o quanto estão colocando a democracia em perigo.

Este é um ano eleitoral. O momento é de reflexão e avaliação dos fatos. Está em jogo o nosso futuro e o futuro de nossos descendentes.

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