11/05/08 – Mãe.
“Mãe”, certamente a primeira palavra que todos aprenderam a balbuciar num idioma universal que só mães são capazes de compreender.
Ainda que o som saia ininteligível, à mãe, cujo amor incondicional pelos filhos é um instinto mais forte até que o de sobrevivência, compreende.
Seu amor é sublime e transcende qualquer outro sentimento humano e começa antes mesmo que o filho venha ao mundo.
Não importa se o filho vem belo ou feio, saudável ou doente, a mãe o amará e protegerá acima de tudo, sendo capaz de sacrifícios que poucos conseguem sequer compreender, quanto mais fazer.
Quando por uma crueldade inexplicável do destino, o filho não vem ao mundo, o coração materno é gravado pelo resto da vida como se o nome daquele filho que não chegou à vida, ficasse queimado a ferro pela eternidade.
Mas também é eterno e especial o laço de amor pelos filhos vivos.
Mãe perdoa, acolhe, consola. Não importa o que o destino apronte, ela está lá. É o porto seguro que abriga de todas as tempestadas. Sempre pronta a receber, sem perguntas, sem condições nem imposições. De braços abertos e disposta a tudo.
A dedicação é sua felicidade e a senha de filho lhe arranca qualquer sacrifício.
Não importam dificuldades e obstáculos. Se for pela felicadidade de um filho ela sempre supera e surpreende, dando de sí mais do que se possa pedir, esperar ou imaginar.
Tudo isso faz, mesmo que nada lhe retribuam ou reconheçam.
Talvez nem perceba o quão sublime ela é 365 dias por ano, uma vida inteira.
Por isso um filho precisa dizê-lo.
Feliz dia das mães.
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- Sebastião Salgado e Lélia Deluiz Wanick Salgado
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