28/05/08 – Amazônia Brasileira. Até quando?
Amazônia Brasileira, Brasil, Opinião, Política, Segurança Nacional, Índio

Há décadas a Amazônia Brasileira vem sofrendo ataques internacionais coordenados.
Enquanto o inimigo avança e aos poucos consolida conquistas territoriais através de artifícios legais financiados por governos e ONGs estrangeiras, aqueles que deveriam defender o solo pátrio agem como se fossem mercenários a soldo de interesses estrangeiros.
As teses de “Soberania Compartilhada”, “Pulmão do Mundo”, “Patrimônio da Humanidade”, “Gestão Compartilhada Internacional”, “Amazônia Internacional”, “Bens Públicos Mundiais” proliferam sem qualquer contestação oficial e nada mais são que ataques que pretendem minar a soberania brasileira.
Os interlocutores dessas teses são gente influente como Al Gore, Príncipe Charles, Margareth Tatcher, Henry Kissinger , John Major e Pascoal Lamy, entre outros, que não têm qualquer elo legítimo com a Amazônia ou mesmo com políticas de desenvolvimento sustentável.
A última declaração foi de Al Gore, que disse com todas as letras: "ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós".

A própria Organização das Nações Unidas – ONU tem sido instrumento de ONGs e de interesses que atentam contra a soberania brasileira. É através da ONU que todas essas teorias absurdas se transformam em tratados e legislação internacional.
O último exemplo foi à famigerada Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas que praticamente transforma áreas reivindicadas por índios em Estados autônomos. Essa declaração é parte de um projeto que pretende criar embasamento legal internacional para impor ao Brasil a internacionalização da Amazônia.
Os parágrafos 8, 11 e 12 e 14 não deixam dúvidas quanto a isso. Através deles a ONU pretende reconhecer no índio o direito de autodetrminação como se não tivesse a nacionalidade do país no qual vive e cujas terras ocupa, nem estivesse submisso às leis de seu país. Essa figura torna legítima uma reivindicação de independência. Segue a transcrição.
ONU/07 – PRE/Par. 8: Enfatizando a necessidade da desmilitarização das terras e territórios dos povos indígenas, o que contribuirá para a paz, a compreensão e as relações amistosas entre os povos do mundo;
ONU/07 – PRE/Par. 11 - Convencidos de que os povos indígenas têm o direito de determinar livremente suas relações com os Estados nos quais vivem, num espírito de coexistência com outros cidadãos;
ONU/07 – PRE/Par. 12 - Ressaltando que os Convênios Internacionais sobre os Direitos Humanos afirmam a fundamental importância do direito à autodeterminação, assim como o direito de todos os seres humanos de procurar seu desenvolvimento material, cultural e espiritual em condições de igualdade e dignidade;
ONU/07 – PRE/Par. 14 - Conclamando os Estados a cumprir e implementar efetivamente todos os instrumentos internacionais aplicáveis aos povos indígenas.
É inacreditável, mas o Brasil votou a favor da aprovação do documento. Estranhamente, o Brasil mudou de opinião do dia para noite. De líder na oposição à Declaração, passou a ser defensor e votou pela aprovação.
O que nossos governos e mesmo parte da sociedade brasileira não percebem, é que estamos diante de inimigos poderosos que planejaram tomar a Amazônia de uma forma diferente da convencional.
Não pretendem transformar a Amazônia num Vietnam, até porque teria um custo elevado e seriam derrotados.

O projeto consiste em manipular índios e brasileiros ingênuos para criar uma situação de fato amplamente sustentada por tratados internacionais, organizações de direitos humanos e pela opinião pública, tanto brasileira como do restante do mundo, para então, no momento apropriado, “internacionalizar” mais da metade do território brasileiro.
Se por um lado não existem provas materiais desse projeto conspiratório que atenta contra o Brasil, existem fortes indícios. A comparação do artigo 231 da Constituição Brasileira com a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, leva a crer que existiu um documento mãe, gerado antes de 1988, que deu origem ao famigerado artigo 231 e posteriormente à declaração aprovada pela ONU.
As semelhanças são tantas e tão detalhadas, que não há outra explicação. Note-se que estamos falando de um período de mais de 20 anos.
O Artigo 231 é uma aberração completa dentro da própria Constituição Brasileira, pois fere cláusulas pétreas e é conflitante com boa parte da própria Constituição. Acreditar que esse artigo tão lesivo ao Brasil e inconstitucional em seus princípios tenha sido inserido por descuido e ignorância das diversas comissões, do Congresso, do ministro da Justiça e do próprio presidente da República amplamente assessorado, vai além da ingenuidade. É debilidade.
Fonte: Ministério do Meio Ambiente
A demarcação de terras chamadas indígenas em áreas contínuas é parte desse plano e tudo que está acontecendo nesse momento em Roraima é um balão de ensaio. O mapa da figura anterior mostra a colcha de retalhos em que se transformou a Amozônia. E nesse mapa não estão marcadas as áreas quilombolas, reservas extrativistas, reservas ambientias nem outras tantas que existem.
Por uma estranha coincidência muitas das reservas indígenas na Amazônia estão localizadas sobre jazidas de minerais raros ou estratégicos.
Não é preciso fazer grandes estudos prospectivos para imaginar o que acontecerá quando os índios que ocupam essas reservas iniciarem um movimento respaldado pela ONU e na autodertminação dos povos para serem independentes.
Recentemente surgiu mais um fato que corrobora a teoria de uma conspiração. O principal documento que embasou a identificação de limites de áreas pleiteadas por índios, é apócrifo. Ficam as perguntas, quem financiou e porque as informações foram fraudadas? Acreditar que tudo partiu de índios é de uma ingenuidade pueril e inimaginável.
Além disso, há décadas estrangeiros e ONGs vêm comprando terras públicas e áreas privadas gigantescas, sem qualquer oposição e fiscalização.
Também chama à atenção o fato de todos aqueles que eventualmente pudessem ter se oposto ao processo em curso, terem agido de forma tão leviana e acintosamente lesiva ao país. É uma estranha coincidência. Pertencerem a partidos e governos que se opõem mutuamente, não têm ideologias comuns, mas agem de forma extremamente coordenada contra os interesses do país, como se tivessem lido a mesma cartilha ou recebessem de um só patrão. Ou são todos embotados e não têm qualquer visão de futuro ou vêm sendo comprados. Novamente, estamos falando de um período de mais 20 anos.
Não há outra explicação para a inexistência de uma voz de peso que se levante e se oponha a tudo isso que vem acontecendo. A sociedade brasileira tem sido extremamente passiva no que diz respeito à Amazônia.
Ela está sendo usurpada debaixo de nossos olhos sem qualquer reação.
A Funai tem agido como uma força alienígena dentro do país e partiu para uma corrida demarcatória ilegal e até criminosa, anulando o direito de propriedade e utilizando laudos de antropologia falsos.
Urge que se reveja o Artigo 231 da Constituição Brasileira, que o Congresso não ratifique a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas e que se identifique as ONGs que atuam na Amazônia, seus patrocinadores e objetivos. Aquelas cujos interesses sejam conflitantes com os brasileiros devem ser convidadas a se retirar.
Além disso, a faixa de fronteira de 150 km precisa ser mantida e respeitada como está na Constituição. Também é necessário acabar com essa idéia de povos indígenas, nação indígena e povos da mata. O Brasil só tem um povo. É o brasileiro, fruto da miscigenação de índios, negros, asiáticos e europeus. Aqueles que querem se valer de argumentos espúrios para de alguma forma se declararem brasileiros mais legítimos, são usurpadores ou trabalham a serviço destes.
O assunto precisa ser tratado como Segurança Nacional e não com discursos ingênuos e teatrais como que lançando pão ao povo num circo.
A criação de uma "Amazônia Internacional" é uma ameaça real, mas tem sido tratada como um delírio nacionalista.
Infelizmente o Brasil e os países vizinhos que sofrem o mesmo risco estão entregues a governos populistas e de visão tacanha que por omissão ou interesse estão colaborando com o projeto. O mapa abaixo mostra os limites da Região Amazônica , possível Amazônia Intenacional.
Estamos próximos do caminho sem volta. Se nada de concreto for feito enquanto há tempo, nossos netos conhecerão um Brasil com menos da metade de seu atual território e um continente com países satélites.
Em tempo.
Aqueles que ingenuamente lutam pela “causa indígena” como foi formulada no Brasil, não têm idéia dos interesses que realmente estão defendendo. Enquanto a Amazônia era apenas a maior selva tropical do mundo, poucos ligavam para a questão indígena. Quando a partir de levantamentos feitos por satélite foram localizadas imensas jazidas de ouro, nióbio e outros minerais estratégicos, teve início a infiltração de missões humanitárias e religiosas, indiretamente financiadas por ONGs como a Survival International e a WWF - World Wide Fund For Nature World Wildlife Fund, que se plantavam nestas áreas e ofereciam comida e miçangas contemporâneas aos índios. Em seguida, no desatento e corrupto Congresso Brasileiro, foi aprovada toda uma legislação que abriu caminho para dar início à corrida demarcatória financiada por ONGs estrangeiras.
As reservas indígenas sobre jazidas de ouro têm o objetivo de negar ao Brasil sua extração e manter a cotação controlada por um grupo de empresas. Quando for hora de explorara aquele ouro, a legislação brasileira será revista e a negociação será feita diretamente com índios, que quem sabe, já terão formado a nação Ianomami.
No caso do nióbio a questão é mais grave, pois o elemento é um dos minerais estratégicos do século XXI. Assim foi criada uma reserva estratégica, a qual nós não teremos acesso.
Neste processo a Funai foi cooptada e defende tudo menos interesses brasileiros ou indígenas. O discurso que a cultura indígena precisa ser preservada é uma farsa e a própria Funai corrompe sua cultura levando televisão, computadores e toda cultura e conforto da civilização branca para dentro das reservas.
(...continuação em 20/07/10)
A ABIN - Agência Brasileira de Inteligência revelou num relatório reservado que índios de Rorâima, apoiados pelo CIR - Conselho Indígena de Roraima, estão se articulando com ONGs e governos estrangeiros e pretendem reivindicar "autonomia política, administrativa e judiciária". Ou seja, pretendem, com base na Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas da ONU, criar um Estado independente. O relatório descreve a atual situação de áreas indigens, mencionando milicias armadas, nomes das ONGs e governos estrangeiros que apoiam os índios, além de um projeto do CIR para criação de uma reserva contínua, ligando 32 áreas. Também há brasileiros envolvidos no projeto. (F:FSP100725). Com isso a profecia de Orlando Villas Bôas, falecido em 2002, se cumpre. (Vejam o vídeo de: Orlando Villas Bôas)
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29 de maio de 2008 às 3:58
Bruno, excelente análise, de uma forma simplista eu diria que a Amazônia é um vasto campo de pesquisas e de riquezas que devem ser exploradas de forma controlada, o Brasil não tem a capacidade ($) e tecnologia, mas poderia formar convênios internacionais, que beneficiaria a população local, o país e o planeta.
Quanto aos índios urge uma revisão na política que trata sobre demarcações, direitos e deveres.
03 de junho de 2008 às 10:14
Conceitos para escolha do voto:
Para o eleitor há CINCO níveis de razões para a escolha correta do seu candidato a um cargo político: 1-Pátria, 2-Classe Social, 3-Categoria profissional, 4-Competência e 5-Interesse pessoal.
Para exemplificar digamos que, após a eliminação peremptória dos corruptos, que não devem em nenhuma hipótese serem considerados, restem sete Candidatos para você escolher: a - b - c - d - e - f - g.
Para a eliminação gradativa de nomes, as razões devem ser obedecidas na ordem apresentada:
São sete Candidatos: a,b,c,d,e,f,g
Suponhamos que dos sete nomes mostrados acima, apenas cinco atendem ao quesito Pátria, ou seja, demonstraram que defendem a soberania do seu País frente aos interesses hegemônicos de outros, embora sem xenofobia.
1º - PÁTRIA (SOBERANIA)
Ficaram cinco: b,c,d,e,f (Candidatos que satisfazem este quesito). Mas, destes cinco, apenas quatro defendem (realmente) os interesses da sua classe social, isto é, abrindo oportunidades reais de progresso social sem paternalismos e protecionismos, mas garantindo as bases desse progresso junto ao progresso do País.
2º - CLASSE SOCIAL (ASSALARIADO; PATRÃO. Renda: Trabalho; Capital)
Ficaram quatro: b,d,e,f (Candidatos que satisfazem este quesito). Mas, dos quatro restantes, só três pertencem ou defendem com clareza os interesses do item a seguir, sua categoria profissional ou a de quem lhe sustenta.
3º - CATEGORIA PROFISSIONAL (PROFISSÃO)
Então ficaram três: b,e,f (Candidatos que satisfazem este quesito).
Utilizando o próximo quesito –competência- foi eliminado um dos três escolhidos acima, agora só restam dois candidatos. Estes têm melhor capacidade para exercer o Mandato.
4º - COMPETÊNCIA DO CANDIDATO (CULTURA; NÍVEL INTELECTUAL)
-e,f- (Candidatos que satisfazem este quesito).
Apenas agora, dentre estes dois candidatos que sobraram é que você poderá conscientemente levar em conta interesses pessoais.
5º - INTERESSE PESSOAL (AMIZADE; PARENTESCO; FAVORES; ETC)
Então, vote no Candidato:
-e-
Infelizmente, a maioria dos eleitores parece fazer o caminho inverso, elege primeiro com base em interesses pessoais (muitas vezes ilusórios), daí, a péssima qualidade do Congresso, Assembléias e Câmaras.
30 de agosto de 2008 às 10:58
É um absurdo completo a entrega de terras de tamanho gigantesco as comunidades indígenas. Acho que o indio deve possuir sua reserva indígena. O que acontece é que o índio tem áreas maiores do que muitos países.Vendem madeira, pedras preciosas e realizam várias outras atividades com auxílio de ONGS internacionais que exploram a Biotecnologia e outras fontes de riqueza do Brasil. Além disso, inúmeras questões relacionadas a demarcação de terras estão em total conflito com a Constituição Federal, como igualdade, demarcação de faixa de fronteira e várias outras questões.Nós como sociedade não podemos deixar que isso ocorra.
12 de setembro de 2008 às 3:05
Voces devem pertencer a essa mídia burguesa, sempre tão servil ao império. Só falaram mal do índio e da Funai. Não falaram nada sobre o prefeito de Pacaraima, Paulo Quartieiro, este sim um entreguista.Quanto aos governos populistas que voces mencionam, é porque voces tem medo de perder os aneis.Se Lula tivesse a coragem de Hugo Chavez ou seguisse o exemplo de Fidel Castro, não teria lugar para voces no Brasil.
09 de fevereiro de 2009 às 10:21
[...] Foto que ilustra o post via FCA [...]
11 de março de 2009 às 9:13
axo que devem ter conciencia de que amazonia e nossa por direito, queria receber emails falando sobre isso todo brasileiro deve saber diissso
11 de março de 2009 às 9:18
olha, nunca fiquei taum informada desse assunto, wlw bruno, otima analise
15 de abril de 2009 às 9:51
Ótimo site, achei um artigo que saiu hoje falando exatamente do ouro na Amazônia Brasileira, temos que agir!
FEATURE-Global crisis sparks gold rush in Brazil's Amazon
http://www.alertnet.org/thenews/newsdesk/N03335657.htm
04 de junho de 2009 às 10:43
Muito bom,Bruno como geografo também sou muito preocupado com essas questões,mas infelizmente vejo pouca ações concretas por parte do governo em combater de frente com essa cobiça,pois noto que muitos brasileiros não sentem dono deste último paraíso.Noto ainda o grau de desinformAção que as escolas ,as universidades e até os meios de comunicaçãoes passam aos povos brasileiro.