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29/05/08 – CSS, a volta da morta viva.

Em 30 de maio de 2008 às 1:41 | por Bruno Engert Rizzo | 1.815 leitura(s)
Brasil, Corrupção, Desgoverno, Politicas Públicas, Política

Lula e os corruptos O governo se transformou numa draga de dinheiro descontrolada e completamente acéfala.

O país está desgovernado, políticas públicas foram substituídas por medíocres políticas eleitoreiras e o país nunca foi tão esbulhado e vilipendiado.

Estamos entregues a quadrilhas que tomaram o poder, aparelharam o Estado e cada uma explora seu feudo.

Como Nação estamos no fundo do poço. A política externa virou política de entrega. Estamos sendo manipulados, lesados e humilhados de todas as formas. Até um índio plantador de coca levou Lula, seus assessores e diplomatas no bico.

Internamente a situação chegou ao cúmulo de ninguém mais se importar com nada. O povo não se importa em ser roubado. Políticos, magistrados, autoridades e funcionários graduados não se importam em ter a imagem publicamente enxovalhada quando são flagrados e acusados de ladrões, desonestos e corruptos.

A preocupação do presidente Lula não é governar e sim perpetuar seu grupo no poder. Isso se ele próprio não conseguir partir para o terceiro mandato.

Assim, a lógica é simples e tudo se resume a arrancar o máximo possível de dinheiro dos cofres públicos para alimentar esse medíocre projeto de poder e as quadrilhas que em torno dele orbitam.

O presidente Lula nunca sabe de nada, mas está sempre pronto a defender os corruptos  que o cercam, mesmo que precise argumentar contra provas contundentes. Seus ministros, assessores, apaniguados e aliados respondem por extensa lista de crimes, mas isso não o constrange. 

Os demais poderes que nunca primaram por austeridade muito menos por lisura, moral e ética, estão no paraíso. É a simbiose perfeita.

Assim nasce a necessidade criar impostos e aumentar a arrecadação.

A finada CPMF era imprescindível para a saúde. Enquanto o imposto vigeu a saúde pública faliu.

Parte do dinheiro da CPMF destinado à saúde foi desviado oficialmente e utilizado em projetos "sociais". Outra parte, ou seja, aquilo que restou para a saúde, foi mal utilizado ou até desviado nas múltiplas fraudes que vêm sendo cometidas no dia a dia e já se tornaram rotina.

Seja como for, a saúde faliu e não foi por falta de recursos.

Mas a CPMF era provisória e precisava ser prorrogada.

Em dezembro de 2007 o país assistiu a uma verdadeira novela.

Lula e sua base aliada fizeram de tudo para aprovar sua prorrogação. Valeu chantagem, ameaça, toma-lá, dá-cá, compra de senadores e até constrangimento do cidadão com a acusação de "quem é contra é sonegador".

Mas foi tudo em vão. A prorrogação da CPMF foi recusada no Senado por 34 votos contrários e 45 favoráveis, quando seria necessária uma maioria de 3/5, ou seja, 49 votos a favor.

Mas pelo visto a CPMF não fez muita falta.

Primeiro porque a arrecadação aumentou. A estimativa é que esse ano a receita da União aumente em R$ 16 bilhões.

Segundo e principalmente, porque todos sabem que nunca faltou dinheiro para esbanjar com cartões corporativos, indenizações fraudulentas ou duvidosas e sustento de mordomias e falcatruas.

Sem grande esforço para garimpar números, seguem algumas aberrações.

1 – Em 2007 o Congresso, as Assembléias Legislativas e as Câmaras Municipais das capitais, gastaram R$ 12,4 bilhões para dar mordomias e sustento a 2.360 parlamentares. (Fonte: Transparência Brasil)

  • Congresso Nacional R$ 6.068.072.181,00 594
  • Assembléias Legislativas R$ 4.897.904.436,00 1059
  • Câmaras Municipais R$ 1.465.003.593,00 707 (Somente das capitais)

2 – indenizações concedidas pela Comissão de Anistia a partir de 2007 à "vítimas da ditadura"

  • Total de Indenizações já pagas: R$ 2.300.000.000,00 (Fonte: Ministério da Justiça)

3 – Fraudes e esquemas de corrupção noticiados a partir de 17/10/07 (Fonte: Corruptômetro OFCA)

  • Total até a presente data: R$ 12.034.800.000,00

Esses números apurados em 20 minutos de pesquisa somam R$ 26,7 bilhões aproximadamente.

Aqui não foi considerada a farra dos Tribunais de Justiça, dos Tribunais de Contas dos Estados e nem da máquina pública aparelhada que consome e esbanja dinheiro como se fosse a água de uma fonte inesgotável.

Em 2007, somente o Judiciário do Estado do Rio e o Tribunal de Contas do Estado do rio gastaram R$ 4,5 bilhões. Imagine-se quanto é essa festa nos demais estados.

Diante de tudo isso dá até medo pensar no montante que é roubado ou queimado em luxos, mordomias e orgias pelo Brasil afora.

Falar em criar mais um imposto diante de tanta imoralidade, é no mínimo debochar do povo que precisa trabalhar muito para sobreviver.

O triste de toda história, é que nós os pagantes compulsórios da esbórnia não temos como barrar mais esse Contribuição Social para a Saúde, muito menos exigir que que se coloque todas essas quadrilhas na cadeia.

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