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09/09/08 – Prospectando o futuro. Crescimento da população, do consumo de energia e o fim da era de hidrocarbonetos.


O que é o futuro? Está escrito? É um destino certo? Aparentemente não.

O futuro é um cenário, dentre infinitos, que se molda por um conjunto de fatos ocorridos no presente.

Em eventos simples, onde há pouca interação de fatores externos e aleatórios o futuro até é previsível com baixa margem de erro.

Exemplo típico seria a queda livre de uma bola, num ambiente isolado de laboratório. O futuro mais provável desse evento é a queda da bola tão logo seja solta, sendo possível até prever, com grande probabilidade de acerto, seu tempo de queda e o ponto onde tocará o solo.

Contudo, mesmo num evento tão simples existe uma probabilidade de erro na previsão. Bastaria por exemplo, ocorrer um terremoto.

Conforme aumentam as variáveis externas e quanto mais aleatórias estas se tornam, mais difícil será prever o futuro.

Na prática, para estudar fenômenos mais complexos, são feitos estudos prospectivos que procuram avaliar impactos cruzados de todos os eventos para chegar a vários cenários com respectivas probabilidades de ocorrência.

Assim por exemplo, prever com exatidão até quando durará o petróleo, é praticamente impossível. Entretanto, com base no estudo retrospectivo do consumo e projeção da população, é possível montar cenários que nos indiquem tendências e probabilidades.

O presente trabalho é um estudo prospectivo envolvendo população mundial, consumo e produção de energia, e tem o objetivo de mostrar que a humanidade está diante de um problema que precisa ser tratado com mais seriedade pelas autoridades mundiais e pela própria sociedade global.

Aqueles que têm visão de futuro poderão transformar uma crise avisada numa grande oportunidade.

O Brasil, por exemplo, é um dos candidatos naturais à potência do século XXI. Contudo, precisa acordar e levantar do berço esplêndido. O planejamento energético de curto prazo tem sido feito de forma inconseqüente e o planejamento de longo prazo praticamente não existe.

Ainda que exista petróleo nas camadas pré-sal para transformar o Brasil num grande exportador, é fundamental que o país invista no desenvolvimento de tecnologias renováveis e limpas para geração de energia.

Ficar fora dessa corrida representa se tornar refém ou escravo de países que detenham essas tecnologias.

Enquanto alguns países têm avançado na consolidação de tecnologias como células de hidrogênio, geração eólica e fotovoltaica, aqui estamos capitalizando discursos e perdendo tempo numa corrida estratégica. (...continua)

Para ler mais clique AQUI

O ensaio aqui publicado é um estudo prospectivo para os próximos 50 anos quando viveremos o fim da era dos hidrocarbonetos. Já vivemos uma crise global de alimentos e de água que só tende a agravar com o aumento da população até 2050.

O estudo tem 45 páginas e é ilustrado com gráficos e dados colhidos em diversas fontes de referência.

Os principais assuntos assuntos abordados são o crescimento da população mundial, o aumento do consumo de energia e a necessidade de reestruturar a matriz energética em âmbito global.

O autor agradece o envio de correções, críticas e sugestões. engert rizzo, brasil, petroleo, hidrocarboneto, fim era, escassez agua, escassez energia, escassez alimento, onu, previsoes para futuro, estudo prospectivo

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2 Respostas para “09/09/08 – Prospectando o futuro. Crescimento da população, do consumo de energia e o fim da era de hidrocarbonetos.”

  1. Lucas escreveu:


    Sinistro e assustador! Quando li as conclusões parecia que estava vendo um filme futurista. Tomara que voce esteja errado.


  2. Carla A. C. escreveu:


    Pena que o Lula não saiba e não goste de ler. Seu estudo talvez pudesse ser útil ao inútil. rsrsrsr

    Brincadeiras a parte, achei o estudo interessante porém muito longo. Fica a sugestão para a geração de uma versão mais compacta.


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