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26/09/08 – Porque o país afunda em corrupção.

Em 26 de setembro de 2008 às 8:11 | por Bruno Engert Rizzo | 710 leitura(s)
Brasil, Corrupção, Opinião, Política

O governo Lula tem características muito peculiares. Algumas conhecidas, outras obscuras, pois estão ligadas a um passado que a esquerda tem deturpado no melhor estilo stalinista que, conforme as conveniências e circunstncias, alterava fotografias e reescrevia a história oficial.

A primeira característica conhecida, são as posições antagônicas e conflitantes das versões Lula oposição e Lula governo.

Lula quando oposição promovia comícios e proferia discursos inflamados contra a política do governo. Amaldiçoou o PROER, a CPMF, a elevada carga tributária, a política de juros e tudo que o governo fazia ou deixava de fazer.

Quando assumiu o governo mudou o discurso e deu continuidade às políticas anteriormente criticadas, ampliando-as no que têm de mais lesivo ao país. Recentemente declarou-se uma "metamorfose ambulante" para justificar suas mudanças tão radicais.

A outra característica marcante do governo Lula é a corrupção endêmica que engolfa o país, com Lula agindo como se fosse um E.T. que nunca sabe de nada e não assume qualquer responsabilidade.

Essa talvez seja a característica mais marcante e se os fatos não forem deturpados, será a marca registrada desse governo e do próprio Partido dos Trabalhadores na história oficial.

Mas o lado sombrio desse governo é o passado terrorista e de crimes de muitos dos integrantes da equipe de governo mais próxima do presidente Lula e de pessoas por eles nomeadas.

O assunto é oportuno pelo fato do ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, novamente ter tido o visto de entrada nos Estados Unidos negado por ter participado em setembro de 1969 do seqüestro do embaixador americano Charles B. Elbrick.

Franklin Martins, codinome Valdir, foi guerrilheiro e militante do grupo comunista Ação Libertadora Nacional e do Movimento Revolucionário 8 de Outubro - MR-8, tendo recebido treinamento de guerrilha em Cuba. Foi um dos mentores e participantes do seqüestro do embaixador Charles B. Elbrick.

Na condição de militante da esquerda revolucionária, chegou a ser preso no Brasil e dividir uma cela com José Dirceu.

Como Franklin de Souza Martins, há José Dirceu, Dilma Vana Rousseff Linhares, José Genoíno Neto, Tarso Fernando Herz Genro, Antônio Palocci, Carlos Minc Baumfeld,  Bruno Costa de Albuquerque Maranhão, Diógenes José Carvalho de Oliveira, Alfredo Sikis,  Fernando Gabeira e uma extensa lista ex-terroristas que formaram ou atualmente formam a equipe de governo de Lula.

Praticamente todos afirmam que partiram para a luta armada pela liberdade e em resposta ao golpe militar. Essa é uma deturpação da história, pois muito antes de 31 de março de 1964, membros da esquerda revolucionária brasileira, hoje ex-terroristas que se dizem libertadores e defensores da democracia, já cursavam academias militares revolucionárias em Cuba e na China.

Seu objetivo era plantar células terroristas no Brasil para iniciar um movimento que deveria culminar com a implantação de um regime comunista.

Avaliaram mal, planejaram mal e partiram par uma guerra suja sofrendo uma derrota vergonhosa.

Grande parte dos integrantes desse movimento, ao contrário do que a esquerda tenta veicular como verdade, não foi torturada nem executada. Oficialmente, o saldo de mortos e ou torturados do regime militar é da ordem de 500 indivíduos.

A grande maioria desses integrantes da esquerda revolucionária foi exilada e retornou em massa após a anistia decorrente da Lei no 6.683, de 28 de agosto de 1979. Outros cumpriram penas reduzidas no presídio da Ilha Grande ou permaneceram homiziados até serem anistiados.

Desde então esses ex-militantes da esquerda revolucionária se infiltraram na política, sempre explorando a imagem de perseguidos políticos e mártires da causa democrática.

O fato é que nunca foram defensores da democracia. Pelo contrário, o regime comunista que desejavam implantar Brasil nada tinha de democrático.

Comunismo e democracia são regimes antagônicos, incompatíveis e mutuamente excludentes. Não há um único exemplo na história de um regime comunista democrático. Portanto todos esses “libertadores” são farsantes e oportunistas.

Além disso, esses revolucionários que hoje se outorgam títulos de libertadores, praticaram roubos a bancos, seqüestros, assassinatos e outros crimes.

O tempo passou, o povo esqueceu quem foram esses indivíduos e a esquerda infiltrada nos meios de comunicação, nas escolas e universidades reescreveu a história.

Franklin Martins é um exemplo típico. Como militante do MR8 participou de ações armadas e cometeu crimes diversos. Não consta que tenha sido torturado. Foi exilado e após anistiado, trabalhou nos seguintes meios de comunicação:

  • Jornal Hora do Povo;
  • Indicador Rural;
  • O Globo;
  • Jornal do Brasil;
  • SBT;
  • Jornal Estado de São Paulo;
  • Jornal de Brasília;
  • Revistas “República” e “Época”;
  • TV Globo;
  • Globonews e da CBN.
  • TV e Rádio Bandeirantes
  • Portal iG.

Aqui surge uma pergunta que nunca teve resposta.

Porque será que meios de comunicação de tanta importância, foram tão acolhedores com um ex-terrorista e criminoso? A resposta mais lógica é que todos esses meios sempre foram e continuam simpáticos à esquerda.

E talvez essa seja a resposta para o fato da mídia não fazer oposição à corrupção endêmica que brota e viceja no país governado pela esquerda.

É possível até, que por trás dos bastidores exista muito mais do que mera simpatia. Mas essa é apenas uma suposição.

Percebendo que pela luta armada não seria possível tomar o país a esquerda fabricou o mito popular Lula da Silva e conquistou pelo voto, o que pela revolução armada não conseguiu.

Uma vez no poder, voltou a adotar a máxima que os fins justificam os meios e assim foram implantadas no país células de corrupção que visam enriquecimento ilícito e a perpetuação desse grupo no poder.

O país afunda em corrupção por um razão muito simples. A cúpula que está no poder é formada por ex-criminosos, seus ex-companheiros de armas e seus amigos ou comparsas. Vale lembrar que muitos dos ex-terroristas que cumpriram penas no sistema penitenciário, notadamente no presídio de Ilha Grande, conviveram com bandidos da mais alta periculosidade.

Esse convívio foi a semente do Comando Vermelho e crime organizado no país, pois foram esses ex-terroristas que ensinaram bandidos a formarem quadrilhas, se organizarem e planejarem as ações. Difícil acreditar de desse convívio tão fraterno e auspiciosos para ambas as partes não tenham restado elos fortes.

O fato é que todos os ex-terroristas  foram anistiados por crimes passados, mas não mudaram de atitude. Só abandonaram as armas. Moral e ética não mudaram, como também não mudou a relação com a prática de crimes.

O discurso talvez pareça radical. Mas basta listar todos os nomes dos principais envolvidos com escândalos de corrupção e crimes cometidos durante o governo Lula, verificar quem foram no passado e que crimes cometeram.

Essa talvez seja também uma explicação para que os chamados “arquivos da ditadura” não sejam abertos. Naqueles arquivos estão guardadas extensas fichas criminais pertencentes à gente que hoje está no poder.

Mas esses arquivos são passado e abri-los é trabalho para historiadores. Se forem imparciais, talvez nossos netos possam conhecer um capítulo da história brasileira que hoje ainda é nebuloso e está permeado de versões tendenciosas.

Se os crimes anistiados são história, há crimes recentes cometidos nos últimos anos que não foram e nem podem ser perdoados.

O país afunda em corrupção pelo fato estar entregue à quadrilhas. Não existe oposição, o Estado está aparelhado  e a  grande mídia esta permeada por companheiros de armas e simpatizantes deste grupo.

Em algum momento toda a farsa cairá. Aqueles que hoje se julgam acima da lei e cometem crimes impunemente acreditando que a história se repetirá e que tudo acabará com uma anistia, estão enganados.

O país não suporta mais a impunidade e desta vez não poderão posar de vítimas e grandes libertadores da nação que se opuseram a tirania.

São criminosos e nada mais. Como tal serão julgados, condenados e cumprirão penas em presídios superlotados num sistema prisional desumano.

Essa é a esperança que não nos roubam e que não morre.

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Uma Resposta para “26/09/08 – Porque o país afunda em corrupção.”

  1. Martha Colmenares escreveu:


    Muy interesante entrada. Estamos en momentos críticos. Un gran saludo, Martha


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