23/01/10 – Vamos rever a lei de anistia e abrir os arquivos?
Brasil, Corrupção, Opinião, Política
As eleições no Chile trouxeram uma novidade inesperada para o cenário latino-americano. Qual seja, o povo está acordando do sono letárgico e desiludido com a esquerda, vislumbra novos horizontes.
O comunismo praticamente ruiu ou faliu moralmente e economicamente no mundo inteiro, mas renasceu travestido de socialismo nos trópicos e vinha ganhando adeptos.
O continente latino-americano já estava quase todo pintado de vermelho. A Colômbia foi o único país que resistiu e não se rendeu ao plano de poder da esquerda, sintetizado no Foro de São Paulo.
Mas a esquerda não tem projetos que se sustentam. Existe apenas um projeto de poder que visa criar uma grande União das Repúblicas Socialistas Latino-Americanas.
A exemplo do que temos visto no Brasil, na Venezuela, na Argentina e especialmente em Cuba, este regime seria uma cleptocracia populista, autoritária, despótica e ideologicamente incoerente.
A incoerência transpira por todos os atos e só não percebe quem não quer ou tem os sentidos embotados.
Cuba é o exemplo mais aberrante deste regime. Estranhamente aqueles que aqui no Brasil dizem ter lutado pela democracia e contra a ditadura, idolatram Cuba e endeusam Fidel Castro sem qualquer constrangimento. Lula, Dilma Rousseff, Franklin Martins, Carlos Minc, José Dirceu e todo grupo que puxa os cordéis do marionete Lula, fazem parte deste fã clube.
O comunismo “libertador” de Cuba matou mais de 100.000 cubanos que se opunham ao regime e continua matando.
A título de comparação, o regime militar, ou a chamada “ditadura” no Brasil, deixou um saldo de 500 (quinhentas) vítimas, entre assaltantes de bancos, sequestradores, terroristas e todo tipo de criminoso. A lista nominal destes indivíduos e suas respectivas fichas estão disponíveis na grande rede.
Estes números são oficiais e reconhecidos por entidades internacionais de direitos humanos como reais. As demais “vitimas” são estes indivíduos, que com base em propaganda enganosa e explorando a fantasia de terem sido “torturados”, hoje estão no poder e esbulham a nação brasileira.
Quem só conhece Cuba pela propaganda comunista, imagina um país onde a saúde, ensino e incentivo aos esportes, sejam um modelo para o mundo. Mas estes são cartões postais montados. Se a medicina é avançada, não chega ao povo, pois é apenas produto de exportação para campanhas publicitárias.
Quanto às demais maravilhas sobre Cuba e Fidel Castro, são tantas, que o povo só deseja fugir da ilha prisão, ainda que tal signifique arriscar a vida e deixar tudo e todos para trás.
Talvez estes fatos, que por tanto tempo foram ocultadas e deturpadas por maciças campanhas de desinformação, tenham permitido à esquerda renascer das cinzas.
A eleição no Chile tem dois aspectos interessantes.
Michelle Bachelet Jeria, a atual presidente tinha um elevado índice de aprovação. De acordo com pesquisas feitas antes das eleições este índice chegou a 80%. Contudo, Bachelet não conseguiu transferir sua popularidade ao seu candidato, que daria continuidade à esquerda no poder.
O candidato eleito foi o empresário de centro-direita, Miguel Sebastián Piñera (Alianza).
O fato do Chile, um dos países mais importantes da América do Sul, ter barrado a esquerda nas urnas, coloca em risco o projeto do Foro de São.
Esta eleição às vésperas de eleições brasileiras, onde Lula tem índices de aprovação semelhantes aos de Michelle Bachelet e pretende eleger Dilma Rousseff, mostra que podemos estar diante do melancólico ocaso da esquerda medíocre que domina o continente.
Marta Supliciy, já foi um presságio que não seria tão fácil transformar a popularidade de Lula em votos para sua cria política.
Está é uma das razões da esquerda brasileira estar fazendo tanto barulho para desenterrar um passado tão longínquo como o período do regime militar brasileiro.
Dilma Rousseff e a esquerda brasileira não têm um projeto a oferecer ao país. Passaram 8 anos prometendo projetos como PAC, um milhão de moradias, saúde, educação e segurança. De efetivo o que fizeram, foi destruir o sistema político e administrativo brasileiro, aparelhando o Estado e transformando corrupção em política de governo.
Agora só resta apelar para a receita antiga que no passado deu certo, pois transformou criminosos e terroristas em “libertadores” e “democratas”.
Aí está a razão desse esforço concentrado para reabrir os arquivos, mas só explorar o que foi feito pelos “algozes”.
O país precisa olhar para frente. Precisamos de propostas concretas para varrer a corrupção do cenário político e restabelecer princípio de moral e ética na administração pública. Precisamos de políticas públicas decentes e honestas que resolvam problemas crônicos como o abandono da saúde, a decadência do ensino e a violência. Na área administrativa o país precisa de uma série de reformas que vêm sendo adiadas. Na área internacional, onde Lula é “o cara”, precisamos nos impor como nação do futuro capaz de produzir alimento para o mundo e fornecer matéria prima para sustentar a indústria global.
Mas se a esquerda quer reduzir o debate de eleições à falsificação da ficha criminal de Dilma Rousseff que circula na rede e abrir os arquivos, que se abram os arquivos para definitivamente lavar toda roupa suja.
Dilma Rousseff, Franklin Martins, Carlos Mink Baumfeld e toda esta esquerda que pousa de vítima deveriam começar explicando o que foi feito com o dinheiro de tantos assaltos a bancos.
Esta lista não inclui receitas decorrentes de outros crimes com roubos a cofres particulares, pagamentos por resgates de sequestraos, entre outros.
Pior do que este balanço, é o rastro macabro de mortos e justiçados deixados por estes indivídus. Muitos destes mortos foram vítimas apenas por estarem no local errado, na hora errada.
Os autores destes crimes todos, que já ganharam gordas indenizações e esbulharam o país, querem agora repetir o teatro de vítimas de um regime que morreu há trinta anos e impediu que o Brasil fosse transformado numa gigantesca Cuba.
O país precisa acordar e não pode se deixar levar por desinformação. A mídia que vive afirmando ser guardiã da verdade e que seu papel é informar, deveria ajudar a por tudo em pratos limpos para que o Brasil possa seguir seu rumo.
SE ARGUS FALAR, DILMA CAI. OUTROS VÃO JUNTO.
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28 de January de 2010 às 6:31
Caramba eu não sabia que essa Dilma, o Franklin Martins e a tchurma eram da pesada. Tá maluco que voto neles de novo. PT nunca mais. Ainda bem que existe uma internet e gente que joga tudo no ventilador. Primeiro não acreditei que fosse verdade que esse pessoal fosse terrorista. Depois que li esse artigo fui pesquisar na internet. Fiquei horrorizada ao descobrir que o país é governado por uma quadrilhinha. Gostei do artigo e virei freguesa do site.
Abraço
14 de February de 2010 às 7:04
Voces burgueses são tudo iguais. Quando começam a perder partem para o jogo sujo de difamar o Partido dos Trabalhadores. O PT é um dos partidos mais sérios e onestos do país e Dilma é candidata sim e é onesta. Se não fosse gente igual a voces espalhando essas difamações na internet Dilma já poderia ser considerada eleita. Sites como o de voces deveriam ser proibidos no país.
14 de February de 2010 às 7:31
Não inventamos as notícias de escândalos e lambanças que têm sido estampadas nos jornais envolvendo o Partido dos Trabalhadores e Dilma Rousseff.
Quanto a proibir sites chama-se censura e é exatamente o que tem sido feito em Cuba, na Venezuela e na China, que são regimes de esquerda, autoritários e decadentes.
Atualmente o PT, Dilma Rousseff e a cúpula do governo, representam a parte mais retrógrada da esquerda brasileira, pois têm grande afinidade política com Cuba e Fidel Castro. Alguns dos atuais ministros receberam treinamento militar em Cuba na década de 60 para intentar uma revolução comunista no Brasil.
É exatamente para evitar que se implante um regime totalitário com censura que dedicamos nosso tempo vago a esclarecer quem é Dilma Rousseff, quem são seus aliados e o que efetivamente representam por trás de discursos fantasiosos.