Navegação » Principal / 13/02/10 – O ano que já passou, mas deixa dúvidas quanto ao futuro.

| Assinar RSS

13/02/10 – O ano que já passou, mas deixa dúvidas quanto ao futuro.

Em 13 de fevereiro de 2010 às 11:15 | por Bruno Engert Rizzo | 673 leitura(s)
Atuação de parlamentares, Brasil, Corrupção, Desgoverno, FARC, Futuro, MST, Opinião, Política

Até início de março o país viverá em clima de carnaval.

Logo depois o país vestirá a camisa verde e amarela, se preparando a Copa do Mundo 2010 na África do Sul. O evento terá início no dia 11 de junho e durará um mês.

Daí, já entraremos em agosto e estaremos em pleno período de campanha eleitoral para escolha do presidente da República.

Tudo será muito rápido e o povo que hoje se regozija com a política de “pão e circo” cada vez mais presente no país, talvez mal perceba o momento tão delicado e decisivo pelo qual passamos.

É estranho que poucas vozes de peso se façam ouvir e coloquem às claras tudo que se passa por trás dos bastidores.

Os meios de comunicação parecem coniventes e talvez por estarem preocupados apenas com suas fatias de mercada na audiência, cada vez mais dopam o povo com programas medíocres e baratos que exploram futilidade, bisbilhotice e alienação. Os adeptos da teoria da conspiração por certo imaginam que exista um grande movimento coordenado entre forças políticas e mídia no sentido de dominar o povo por uma mistura de alienação combinada com apatia.

Coincidência ou não, é exatamente o que estamos vivendo.

O país está imerso no caos em todas as esferas, com instituições infiltradas por gente medíocre, incompetente, desonesta ou desprovida de princípios morais.

A suprema corte se perdeu em disputas de egos que cegaram seus ministros.

Parece que a finalidade da justiça é justificar sua existência. Interesses da nação e o zelo pelo respeito à estrutura jurídica do país estão em planos secundários. Direitos constitucionais e decisões judiciais têm sido violados impunemente como se o Brasil fosse uma República das bananas.

Exemplos mais aberrantes são os incontáveis crimes de movimentos de sem terra, os “mensaleiros” e mesmo o presidente da república e seus ministros.

Se existisse justiça, lideres de movimentos criminosos e arruaceiros estariam presos, assim como “mensaleiros” e grande parte dos parlamentares ostensivamente envolvidos em crimes, os mais diversos.

E se fosse possível sofrer mais de um “impeachment” o presidente Lula já teria sido afastado algumas vezes do cargo. Seja por nunca saber de nada, o que é absolutamente incompatível com um presidente da República, ou por saber e apoiar abertamente a bandalheira como se não coubesse ao presidente qualquer responsabilidade pelo que seus ministros e aliados fazem em seu nome.

O sistema político do país está completamente corrompido. Não há ideologia, situação ou oposição. Existe apenas um grande balcão de negociação de interesses espúrios e apátridas que, de acordo com a conjuntura, formam grupos transitoriamente aliados ou opostos.

A prisão do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda por corrupção é simbólica.

Arruda não é apenas o primeiro governador da história do Brasil a ser preso.

Brasília, a capital do país, se tornou o centro da pilantragem. A melhor analogia que se pode fazer hoje é que o Congresso se transformou numa espécie de Bolsa de Negociação de Interesses. A diferença para uma Bolsa de Valores é que não sabemos o que está sendo negociado, a que preço, e quem compra ou vende.

No fundo sabemos que, indiretamente, nestas negociações espúrias, o que está sendo negociado é o futuro da Nação brasileira.

Por trás desta corrupção endêmica e negociatas que aparentemente são fatos desconexos, existe um projeto de poder da esquerda.

Já não existe dúvida que o grupo que manipula o ex-operário carismático e presidente da República, deseja impor ao país um regime comunista.

O Foro de São Paulo sempre deixou clara a verdadeira intenção e meta da esquerda brasileira. Mas o evento era relativamente velado e a mídia não dava visibilidade ao que se passava naqueles encontros que reunia toda esquerda das Américas dos Sul e Latina. Vale lembrar, que sempre estiveram presentes às diversas edições do Foro de São Paulo representantes da esquerda mais retrógrada como Fidel Castro e mesmo representantes de narco-guerrilheiros como Raul Reyes das FARC.

O Foro de São Paulo sempre foi um evento velado, provavelmente pelo fato da esquerda ter medo de revelar sua verdadeira intenção e temer pela reação do povo que de uma forma ou outra historicamente repudiou o comunismo no Brasil.

Mas fatos recentes mostram o quanto à esquerda já se sente segura em revelar sua intenção. O Decreto nº 7.037 de 21/12/2009, travestido com o nome bonito de Programa Nacional de Direitos Humanos PNDH-3, é a prova ostensiva que estamos diante da tentativa de preparar o país para nos impor um regime totalitário de esquerda.

Este decreto juntamente com as declarações de Dilma Rousseff e de líderes do Partido dos Trabalhadores, eliminam qualquer dúvida quanto a está intenção.
O fato de não existir oposição e de grande parcela do povo estar alienada ou corrompida por uma das múltiplas bolsas oferecidas pelo governo, eliminam as resistências mais importantes.

Com mídia e formadores de opinião calados ou coniventes, o projeto se torna ainda mais próximo de ser realizado.

Lamentavelmente o sistema atual sufoca a formação de lideranças políticas com perfil de estadistas e não existem no país políticos de peso capazes de fazer oposição ao caos que reina e destrói todos os valores de uma nação.

Estamos diante de eleições e se separamos o joio do trigo pouco nos sobra.

Queira o destino, a bem das próximas gerações e do futuro da Nação brasileira, que o povo acorde a tempo e perceba para onde estamos sendo conduzidos.

Compartilhe ou adicione aos favoritos:
  • Google Bookmarks
  • MySpace
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook


PéssimoNada especialVale a penaMuito bomExcelente (2 votos, média: 1,50 de 5)
Loading ... Loading ...

Gostou do que leu? Não deixe de assinar nosso RSS feed!

Deixe um Comentário

Idiomas:

Italiano English Alemo Francs Espanhol